quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O Médico

O conheci em uma festa.
É cunhado de uma amiga minha.
É daquele tipo grande,vistoso,simpático,mas não era bonito.
A festa rolava solta,eu estava com minhas amigas bebendo todas,não estava pensando em sexo.
Vagamos pra lá e pra cá. Dançamos a noite inteira e eu nem imaginava o que estaria por vir.
Meu cigarro havia acabado e tive que sair do clube para comprar mais.
Eu estava vestida de uma maneira provocante,um micro vestido preto,sem calcinha e um salto alto imenso.
Quando cheguei a barraquinha eu pedi o cigarro e quando eu fui pagar,ele disse que pagaria o cigarro.
Me virei pra ele e disse de maneira incisiva que não era necessário, entreguei o dinheiro ao rapaz,mas ele
pegou o dinheiro e me devolveu.
Mas eu não conhecia aquele homem,nunca o tinha visto.
Parei então de insistir e voltei pra festa.
Comentei com minhas amigas e assim como eu elas acharam estranho, mas deixei pra lá.
Foi ai que a cunhada dele e minha amiga chegou e me chamou para ir a mesa dela.
Eu fui.
Chegando lá, ele estava sentado e me olhava dos pés a cabeça.
Ela então me apresentou a ele , e praticamente me jogou nos braços dele.
Não tive mais como voltar para a mesa das meninas.
Ele conversava,conversava,não parava de conversar.
Bebia muito whisky e já se notava que ele estava um pouco alterado.
Ela se despediu de mim, e saiu com o marido,então eu fui atrás deles e eles disseram que o
Alexandre me levaria pra casa.
Então era preciso voltar pra casa com aquela criatura.
Entramos os dois no carro dele, e ao invés de ir pra casa, ele foi pro motel.
Esperniei.pedi,implorei que tirasse aquela idéia da cabeça, mas de nada adiantou.
Fiquei dentro do carro na garagem,e jurei que não sairia de lá.
Ele então sentou na porta do quarto e disse que também não me levaria pra casa,
pois só queria melhorar do porre,não fariamos nada,mas eu tinha que descer do carro,
e esperar enquanto ele tomasse uma ducha,pedisse alguma coisa pra comer e depois
me deixaria em casa.
OK!
Desci já sabendo que não era a melhor idéia e nem a coisa mais sensata a ser feita,mas enfim,
pior seria aquele louco ficar birrando ali.
Entrei no quarto e sentei na beirada da cama.
Ele foi pro banheiro,demorou horrores no banho, e quando voltou sentou ao meu lado.
Começou a conversar e me perguntou se alguma vez alguém já havia chupado a minha buceta
pela madrugada inteira.
Eu fiquei sem jeito, e mudei o assunto.
Mas ele insistia e sempre perguntava a mesma coisa.
Eu já estava irritada e a ponto de esganar aquele homem maluco quando ele veio de uma vez
pra cima de mim e levantou o meu vestido.


Ao ver que ele estava disposto a enfiar a boca na minha xana eu fiquei sem reação.
Não havia nada me cobrindo,a minha buceta estava a centimentros dos lábios dele.
Ele então levantou,me olhou bem sério e disse secamente.
-"Eu não vou fazer nada sem que tu queiras."
Eu senti uma espécie de alivio mas senti também uma certa vontade de experimentar aquela
loucura. Já eram duas da madrugada,o máximo que iria acontecer era eu chegar em casa, tomar um
banho e dormir.
Ahhhhhhh, quem está na chuva tem que se molhar,já dizia o ditado.
Então eu disse a ele que iria tomar uam ducha e que pensaria nisso.
Ele em momento algum se opôs.
Então eu tomei um banho e o toque da água morna em meu corpo e aquela situação toda,
começaram a me instigar.
Terminei o banho,me sequei,me enrolei no roupão e me sentei na cama.
Ele estava deitado com uma cueca preta,eu sabia que ele estava excitado,podia ver aquele pinto
duro,e deixei qualquer razão de lado.
Deitei ao lado dele, abri o roupão e ofereci a minha buceta a ele,mas ofereci de verdade.
Então ele se pôs no meio das minhas pernas e acariciou meu clítoris com o dedo indicador,levando a boca
em seguida. Me enfiou um dedo e levou novamente a boca, para só então colocar aquela boca divina na minha
bucetinha quente. UIiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...
Ele lambia com calma e desejo, lambia cada pedacinho.
A língua descia até o meu cuzinho e de lá voltava até o meu buraquinho.

Então começou a alternar lambidas calmas e chupadas fortes,enquanto eu me contorcia inteira,
tentando não gozar logo na boca dele.
E ele abria cada vez mais as minhas pernas e cada vez mais eu me entregava a ele.
Gozei 1,2,3,4 várias vezes na boca do médico.
E ele não cansava, e fazia cada vez melhor.
Nunca eu havia sido chupada daquela maneira.
Era um Deus do Sexo Oral que estava ali no meio das minhas pernas.
Eu já estava com as pernas bambas, meio tonta, quando eu o segurei pelos cabelos e pedi
a ele que me penetrasse, mas a resposta foi negativa.
E tentei por diversas vezes mais fazer com que ele me fodesse, me enfiasse aquele pau duro,
gostoso, mas de nada adiantou, ele só queria me chupar.
E me chupou deliciosamente a madrugada inteira.

E jamais, em tempo algum, eu encontrei um homem que chupasse a minha buceta tão bem
quanto ele.
Ele se chama Alexandre, é médico, mas hoje está casado e mora na Paraíba.
E eu só tenho uma coisa a reclamar nessa história toda,é nunca mais ter a honra de ser
devorada por ele.

Saudadessss...


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